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Maio
19

O setor de T.I e o que funciona no Brasil.

O setor de tecnologia de informação não é poluente, gera empregos com remuneração acima da média e se caracteriza pela sua capacidade de influenciar todos os demais setores da economia e sociedade. Essas são algumas das razões que explicam a aposta que inúmeros governos realizam neste mercado. Embora a atuação de cada um seja diferente, existem padrões que são seguidos por diversos países.

Duas grandes estratégias predominam: a realização de políticas públicas de apoio direto ao desenvolvimento de TI ou a opção de fomentar o uso de tecnologia e realizar um investimento indireto. Além disso, há casos de países que não têm uma preferência clara por uma das duas vertentes e realizam atividades em todas as direções – como é o que acontece no Brasil, por exemplo.

O investimento direto inclui isenção de impostos, devolução de despesas com salários, treinamentos, certificações, entre outras ações. O exemplo mais famoso de país que investiu diretamente na área é a Índia. O processo começou na década de 70, quando a nação não tinha empresas de TI e nem possuía um mercado consumidor. Assim, seu crescimento atingiu as exportações em busca desse público. Essa vertente possibilita um movimento para mercados estrangeiros, mesmo no caso de um mercado interno forte – como ocorre na Argentina atualmente, por exemplo.

Entretanto, essa política pública possui um risco, principalmente quando o mercado interno é pequeno. Se as exportações são interrompidas por diversos fatores, o consumo dentro do país também sofre as consequências. A Irlanda passou por esse problema quando foi obrigada pela União Europeia a dar tratamento igual ao restante do continente para as empresas norte-americanas. Essa decisão política criou uma crise econômica no setor de tecnologia da informação do país, que ainda tenta se recuperar.

Brasil e TI

Brasil e TI

A outra vertente aposta no incentivo ao uso da tecnologia como ferramenta de desenvolvimento econômico e gestão pública. É o modelo adotado pela Alemanha. Como uma das principais economias do mundo, o país possui produtividade e competitividade elevadas – comprovada pelo volume total de suas exportações em relação ao PIB, mesmo remunerando seus trabalhadores em níveis acima da média europeia.

Como resultado, o país europeu possui uma vasta rede de pequenas e médias empresas de tecnologia. Ao mesmo tempo, poucas empresas alemãs de TI cresceram ao ponto de serem players importantes em escala global.

Seja qual for à estratégia escolhida, é fundamental monitorar o efeito sobre o setor. Somente assim é possível mensurar os impactos das escolhas sobre as empresas deste mercado e efetuar correções quando as escolhas não forem tão bem sucedidas.

Fonte: Blog computerworld
Imagem: site confirme on line
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Maio
6

Associações e Cooperativas: Isso é Seguro?

Algumas associações e cooperativas estão comercializando ilegalmente seguros de automóveis com o nome, por exemplo, de “proteção”, “proteção veicular”, “proteção patrimonial”, dentre outros.

Como essas associações e cooperativas não estão autorizadas pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) a comercializar seguros, não há qualquer tipo de acompanhamento técnico de suas operações.

A SUSEP é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro. Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, foi criada pelo Decreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966.

A única forma legal dessas associações e cooperativas atuarem é como estipulantes de contratos de seguros, ou seja, contratando apólices coletivas de seguros junto a sociedades seguradoras devidamente autorizadas pela Susep, passando a representar seus associados e cooperados como legítimos segurados.

Portanto, antes de contratar um falso seguro, consulte o nome da sociedade seguradora no site eletrônico da Susep e leia as condições gerais do contrato de seguro.

Da mesma forma, transações desta natureza não encontram amparo no Código de Defesa do Consumidor (CDC). A ilegalidade é amplamente reconhecida pela Justiça e pelo Ministério Público, mediante sentenças e procedimentos investigatórios em curso. São inúmeros consumidores lesados, entregues ao abandono, sem nada a receber.

Portanto, a compra desses produtos viola frontalmente a legislação em vigor. Antes de contratar o seguro ilegal e pirata, o consumidor deve procurar um corretor de seguros profissional e verificar seu registro junto ao site da SUSEP: http://www.susep.gov.br/

A BHLife Corretora de Seguros está devidamente registrada e seu registro pode ser verificado junto a SUSEP. Visite nosso site: http://www.bhlife.com.br

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