jul
5

Pesquisa revela que agilidade será essencial para o sucesso das empresas em 2021

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A pandemia ensinou às empresas de todos os portes que a capacidade de resposta do cliente é crítica não apenas para o sucesso dos negócios, mas principalmente para a sobrevivência. No ano passado, as organizações tiveram que mudar para novos modelos de negócios para se adaptar rapidamente ao comportamento digital do consumidor.

Novos dados divulgados hoje pelo Zendesk mostram que, embora as organizações reconheçam a importância de se antecipar e se adaptar às necessidades dos clientes, apenas 9% dos líderes de negócios e 11% dos gerentes e administradores realmente demonstraram ter o conjunto mínimo de competências de agilidade necessárias para serem classificados como “líderes de mercado”.

No entanto, pode ser difícil para as empresas entender por onde começar em sua jornada de agilidade. Enquanto as organizações ao redor do mundo buscam como se recuperar de mais de um ano de incertezas e se preparam para estar prontas às tendências emergentes, a pesquisa Agilidade em Ação da Zendesk explora como as organizações podem adotar uma mentalidade ágil. As principais descobertas incluem:

Ofereça mais opções, com mais frequência: a maioria (75%) dos clientes latinoamericanos são mais ou muito mais propensos a comprar de uma empresa que oferece a abordagem preferencial de serviço, como a escolha do canal certo, bem acima da média global (49%). Entretanto, muitas empresas ainda estão perdendo oportunidades valiosas de ouvir seus clientes onde eles estão. Apenas 34% das empresas de médio porte oferecem três ou mais canais para seus clientes, e esse número cai para 32% para ferramentas corporativas.

Coloque a voz do cliente em primeiro lugar: o feedback do cliente pode funcionar como um sinal de alerta ou uma “bola de cristal” para tendências futuras. Os líderes ágeis têm 4,7 vezes mais probabilidade de relatar as métricas do cliente em tempo real, tornando mais fácil usar a análise de CX para reconhecer e responder a essas mudanças.

Esteja pronto para a mudança: os líderes são consistentemente mais flexíveis sobre as mudanças na forma como os agentes de suporte ao cliente trabalham. Na verdade, 61% oferecem condições de trabalho remoto e 54% oferecem horários de trabalho alternativos.

As ferramentas certas para suporte: para estarem prontas para um cenário de mudanças contínuas, as empresas estão adotando estruturas enxutas e flexíveis tanto para a tecnologia quanto para sua implementação. As principais áreas de investimento identificadas são: expandir ou adicionar automação de processos de negócios (33%); investir em tecnologia de CX que se ajusta facilmente às suas necessidades (29%); e adição e/ou expansão de recursos de IA ou machine learning (28%).

A pesquisa também revelou que as empresas que lideraram no investimento em ferramentas, processos e cultura para agilidade tiveram retornos positivos. Em particular:

A agilidade está ligada à economia de custo e tempo: as empresas ágeis estavam em melhor posição para reduzir os custos operacionais no ano passado. Quase um quarto dos líderes de negócios relatam que ser altamente ágil reduziu os custos em 25% ou mais.

O potencial de CX como um impulsionador da receita: as empresas estão percebendo cada vez mais o valor da adaptação às necessidades do cliente à medida que os call centers assumem uma nova função. Mais da metade (52%) dos líderes de negócios de pequenas empresas enxergam CX principalmente como um impulsionador de receita; e menos de um quarto (24%) veem isto como um centro de custo. Esse número sobe para empresas de médio porte, com quase dois terços (63%) delas vendo CX principalmente como um impulsionador de receita.

“Entramos na era imperativa da agilidade em que, para atender às necessidades dos clientes de hoje e ficar à frente da curva competitiva, as organizações não têm escolha a não ser tornar-se ágeis”, disse Jeff Titterton, COO da Zendesk. “Os clientes querem experimentar uma jornada completa – e eles querem que seja mais conveniente e simples do que nunca, apesar dos desafios trazidos pela pandemia. Investir nas ferramentas certas para entender e responder às preferências do cliente; remover lacunas de conhecimento interno e processos rígidos; e investir em tecnologia moderna são ações essenciais que as empresas devem realizar para aumentar sua agilidade e alcançar o sucesso a longo prazo.”

Para entender melhor como as empresas estão pensando e se tornando mais ágeis, a Zendesk consultou cerca de 8 mil clientes, líderes, gerentes e agentes de atendimento e experiência do cliente. Também foram analisados os dados de mais de 90.000 clientes da Zendesk em 175 países.

jun
7

Caixa anuncia novas flexibilizações no pagamento do crédito imobiliário

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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira, 7, uma nova rodada de flexibilizações no pagamento do crédito imobiliário, do qual é líder no Brasil, em meio à pandemia de covid-19. Para aqueles que recebem auxílio emergencial ou seguro desemprego, o banco público vai oferecer uma pausa no pagamento das prestações de até seis meses, informou o presidente do conglomerado, Pedro Guimarães.

Conversando com os clientes, decidimos oferecer uma pausa de até seis meses para quem recebe auxílio emergencial e seguro desemprego”, evidenciou o executivo, durante live do banco, no período da manhã desta segunda-feira.

Para o público em geral, a Caixa vai oferecer, conforme Guimarães, o pagamento parcial da prestação do crédito imobiliário. Será uma redução de até 25% da parcela por até seis meses; de 25% a 74,99% na prestação por até três meses ou uma diminuição de mais de 75% para aqueles que comprovarem perda de renda, casos estes que passarão pelo crivo do banco público.

Os pedidos de pausa e redução das parcelas do crédito imobiliário devem ser feitos, de acordo com Guimarães, pelo aplicativo do banco público.

Maio
A Caixa Econômica Federal detinha uma carteira de crédito imobiliário da ordem de R$ 523 bilhões até maio último, um aumento de 9,1% em relação aos cinco primeiros meses do ano passado, conforme Guimarães. Conhecido como o banco da habitação, a instituição somou 5,76 milhões de contratos de financiamento da casa própria no período, aumento de 5,4%, na mesma base de comparação. Tal desempenho credita à caixa 68% de market share no mercado imobiliário brasileiro.

“Temos R$ 52,4 bilhões em crédito imobiliário contratado até maio, um crescimento de 41,4% em relação aos cinco primeiros meses do ano passado. Vamos superar a contratação de 2020, que já foi um ano recorde”, disse Guimarães. “É um segmento crédito imobiliário foco da Caixa e que explica nosso lucro recorde no ano”, acrescentou.

Ao comentar os números do crédito imobiliário, o presidente da Caixa reafirmou o compromisso de abrir 130 novas agências até dezembro de 2021.

Nesta segunda-feira, ele está na Bahia para a abertura de uma nova unidade, a segunda em quatro dias.

Guimarães da live sobre resultados e novas medidas do crédito imobiliário e anúncio do Feirão Digital da Casa Própria. O evento, tradicional no histórico do banco da habitação, acontecerá em formato virtual por conta da pandemia.

abr
19

Venda de imóveis cresce 49%

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Apesar da piora do cenário macroeconômico, do aumento recente de 0,75 ponto percentual da taxa básica de juros Selic e das incertezas em relação ao ritmo da vacinação contra a covid-19, a demanda por imóveis residenciais continua muito aquecida.

Com exceção da MRV, todas as incorporadoras que já apresentaram prévias operacionais elevaram vendas no primeiro trimestre, ante o mesmo período de 2020, com expansão total de 49,3%, para R$ 6,02 bilhões.

Devido às medidas mais restritivas de circulação resultantes do agravamento da pandemia, com fechamento de estandes de vendas no Estado de São Paulo e em outros municípios, algumas incorporadoras postergaram lançamentos inicialmente previstos para março. Ainda assim o VGV consolidado apresentado ao mercado cresceu 96,5%, para R$ 5,08 bilhões.

Devido às restrições de circulação, algumas empresas postergaram lançamentos previstos, inicialmente, para março

Até o fechamento desta edição, 13 empresas tinham divulgado seus dados operacionais: Cury Construtora e Incorporadora, Cyrela, Direcional Engenharia, Even Construtora e Incorporadora, JHSF, Lavvi, Melnick Even, Mitre Realty, Moura Dubeux, MRV, Plano&Plano, RNI Negócios Imobiliários e Tenda.

Cury, Direcional e Plano&Plano registraram recordes trimestrais de comercialização. Já Tenda e Moura Dubeux tiveram o melhor primeiro trimestre de sua história na venda de imóveis.

As vendas líquidas da MRV caíram 3,2%, para R$ 1,62 bilhão. Isso ocorreu, segundo o copresidente Rafael Menin, porque a companhia voltou a acelerar o processo de venda garantida, em que a comercialização só é registrada quando o recebível do cliente é repassado para a Caixa Econômica Federal.

A fatia de operações enquadradas na modalidade venda garantida passou de 30%, no primeiro trimestre do ano passado, para 65%. A MRV tinha deixado, em 2019, de contabilizar as vendas dessa forma e retomou o processo em 2020. “Em janeiro, os repasses foram muito ruins”, diz o copresidente.

Não se trata, portando, segundo Menin, de retração do mercado ou reflexo do aumento das restrições de circulação de pessoas. “Em março, vendemos mais do que em fevereiro, quando tínhamos comercializado mais do que em janeiro. As vendas de abril estão semelhantes às de março”, afirma o executivo da MRV. Há sete projetos da AHS, subsidiária americana do grupo, em negociação com fundos, cujas vendas somarão R$ 1,65 bilhão nos próximos meses. “A AHS dará um impulso muito grande para a companhia neste ano.”

De janeiro a março, a MRV lançou o maior Valor Geral de Vendas (VGV) da sua história para um primeiro trimestre. Os lançamentos cresceram R$ 1,71 bilhão, com expansão de 58%. A companhia apresentou produtos com estandes de vendas e fez também lançamentos virtuais.

A Tenda registrou recordes de lançamentos, vendas brutas e vendas líquidas para um primeiro trimestre. Os lançamentos aumentaram 268,6%, para R$ 610,3 milhões. As vendas brutas cresceram 50,2%, para R$ 812,2 milhões, e as líquidas tiveram alta de 60,1%, para R$ 703,9 milhões. O preço médio por unidade teve elevação de 3%, com aumento em todas as regiões metropolitanas de atuação da companhia.

Em março, devido a decretos públicos, dos 94 canteiros de obras da Tenda (localizados em Goiás e no Rio Grande do Sul), quatro tiveram as atividades suspensas por 15 dias. Em outros 45 (situados no Paraná, em São Paulo, Rio de Janeiro e na Bahia) houve paralisações por menos de dez dias. Já a MRV teve obras suspensas em 15 canteiros, o equivalente a 5% do total, que também já foram retomadas.

Apenas Cyrela e Plano&Plano reduziram lançamentos, no trimestre, na comparação anual. O Bank of American (BofA) diz esperar que pelo menos parte dos projetos previstos pela Cyrela para março tenham ficado para o segundo trimestre. Mesmo que o VGV lançado pela incorporadora fundada por Elie Horn tenha ficado abaixo das expectativas do mercado, BofA, BTG Pactual e Credit Suisse reiteraram recomendação de compra para as ações da companhia.

Fonte: Valor Econômico

dez
9

Economia brasileira se recupera no 3º trimestre

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economia brasileira cresceu 7,7% no terceiro trimestre do ano em comparação com o período imediatamente anterior, recuperando parte os 9,7% perdidos de julho a setembro, em função da pandemia de covid-19.

O dado foi divulgado na manhã desta quinta-feira (3) pelo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expectativa do mercado ficava em torno de uma alta de 8,7% no período.

Na comparação anual, o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país, mostrou retração de 3,9%, pouco maior do que os 3,5% esperados pelos analistas de mercado para a comparação. 

Com o resultado, a economia do país se encontra no mesmo patamar de 2017, com uma perda acumulada de 5% de janeiro a setembro, em relação ao mesmo período de 2019, diz o instituto.

Destaques

O mairo destaque do período foi a Indústria, que cresceu 14,8% na margem. Dentro do setor, quem puxou o avanço foi o setor de Transformação, com alta de 23,7%.

Os Serviços, por sua vez, responsáveis pelo maior peso na economia, e que têm tido mais dificuldade de se recuperar do baque inicial, aumentaram 6,3%, sem recuperar os 9,4% que perderam no segundo trimestre.

Fonte: Exame

nov
3

SEGURO CIBERNÉTICO E AS ADEQUAÇÕES DA LGPD

Em agosto de 2020, entrou em vigor a lei nº 13.709, também conhecida com LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

A LGPD estabelece regras claras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, impondo um padrão mais elevado de proteção e penalidades significativas para o não cumprimento dos seus requisitos. As multas previstas para o descumprimento variam de 2% do faturamento bruto a R$ 50 milhões (por infração).

Mais da metade dos ciberataques do ano passado geraram, em média, 500 mil dólares de danos financeiros para empresas de todo o mundo que foram vítimas de hackers.

Muitas empresas, especialmente de pequeno e médio porte, fechariam as portas imediatamente se tivessem um prejuízo desta grandeza.

Por isso, uma das soluções que as companhias estão encontrando é contratar um seguro cibernético.

Da mesma forma como funciona o mercado de seguro de carro, casa, empresas e vidas, o seguro cibernético é uma garantia para a continuidade do negócio mesmo depois de uma invasão, em que as seguradoras passam a ser responsáveis pelos prejuízos financeiros gerados por ataques de hackers. 

O seguro pode ser um alívio para esses empreendedores. As companhias devem ter uma segunda retaguarda sobre seus riscos, além da equipe de TI que vai defender suas redes corporativas.  

A Zap Seguros através de algumas companhias seguradoras de renome já oferecem o serviço e preveem como cobertura dos incidentes desde ataques por ransomware, vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais, até mesmo erros ou omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua responsabilidade e de seus provedores de serviço.

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www.zapseguros.com.br

out
1

BRInfor cria projeto para auxiliar órgãos públicos a se adequar na LGPD.

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A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem o objetivo de proteger a liberdade e a privacidade nas relações jurídicas.

Aprovada em 2018 e agora em 2020 em vigor, depois de uma batalha de anos, a LGPD coloca o Brasil ao lado de mais de 100 países onde há normas específicas para definir limites e condições para coleta, guarda e tratamento de informações pessoais.

A LGPD (Lei No 13.709/18) disciplina um conjunto de aspectos: define categorias de dados, circunscreve para quem valem seus ditames, fixa as hipóteses de coleta e tratamento de dados, traz os direitos dos titulares de dados, detalha condições especiais para dados sensíveis e segmentos (como crianças), estabelece obrigações às empresas, institui um regime diferenciado para o Poder Público, coloca sanções em caso de violações e prevê a criação de uma autoridade nacional.

A BRInfor desde 2018 vem acompanhando o desenrolar das discursões, normas e procedimentos para adequar as empresas à LGPD. Com mais de 15 anos de atuação com governo em todo o Brasil, a BRInfor possui projeto para auxiliar, prefeituras, secretarias e qualquer instituição pública a se adequar nessa nova legislação, oferecendo toda consultoria e apoio para aplicar as melhores práticas de TI e normas jurídicas junto aos processos de cada instituição.

Os desafios são imensos pois a lei é rígida no que se trata de informações de terceiros, para isso antes que comecem as aplicações de multas todos os órgãos precisam se adaptar a nova maneira de trabalhar protegendo ainda mais os dados que utilizam.

Não espere mais, entre em contato hoje mesmo com time comercial da BRInfor e solicite uma proposta! Ligue 31-3324-2900 atendemos todo Brasil.

set
28

Mercado imobiliário continua saudável

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Um levantamento feito pela empresa especializada em pesquisas para o setor imobiliário Datastore mostra que as intenções de compra de imóveis para os próximos 24 meses vêm crescendo no Brasil. Segundo a pesquisa, os números passaram de 8,75%, em junho, para 23,10% em agosto. “Nunca houve uma queda e uma recuperação tão rápida. O estoque inteiro do país foi praticamente vendido. Economicamente falando, o mercado imobiliário é o mais saudável da economia brasileira”, destaca Marcus Araújo, CEO e fundador da Datastore.

Os números corroboram dados de um levantamento recente a Brain Consultoria Estratégica e que apontam para um cenário ainda mais positivo. Com base em entrevistas com 689 consumidores, a pesquisa indica um aumento na intenção de compra nos próximos dois anos de 20%, em abril, para 40% em agosto.

jul
28

Empresas inadimplentes não serão excluídas do Simples em 2020

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Medida visa ajudar pequenos negócios afetados pela pandemia

Micro e pequenas empresas inadimplentes com o Simples Nacional não serão excluídas do regime especial em 2020, informou ontem (27) a Receita Federal. O Fisco atendeu a pedido do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e decidiu suspender o processo de notificação e de expulsão do regime como forma de ajudar os pequenos negócios afetados pela pandemia do novo coronavírus.

Em 2019, mais de 730 mil empresas foram notificadas para exclusão do Simples por débitos tributários. Desse total, cerca de 224 mil quitaram os débitos e 506 mil empresas acabaram excluídas do regime.

De acordo com o Sebrae, a manutenção das empresas no Simples Nacional, regime que unifica a cobrança de tributos federais, estaduais e municipais num único boleto, representa uma ação importante para impulsionar a recuperação dos negócios de menor porte, que tiveram prejuízos com a paralisação das atividades.

Segundo levantamento do Sebrae e da Fundação Getulio Vargas (FGV), os pequenos negócios começam a recuperar-se da crise provocada pela pandemia de covid-19. O percentual de perda média do faturamento, que chegou a 70% na primeira semana de abril, estava em 51% na pesquisa mais recente, realizada entre 25 e 30 de junho. Foram ouvidos 6.470 proprietários de negócios em todo o país, entre microempreendedores individuais, micro empresas e empresas de pequeno porte.

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime de arrecadação e fiscalização de tributos para às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. Abrange os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica (CPP). Todos os tributos abrangidos são recolhimentos mediante documento único de arrecadação – DAS.

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jun
30

Ministro diz que empréstimos ainda não são suficientes

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu hoje que os empréstimos para atender as empresas não foram suficientes até agora. Guedes participa de audiência pública virtual, promovida pela Comissão do Congresso que acompanha a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas ao coronavírus (covid-19). “Tenho a maior franqueza em reconhecer que, na parte de crédito, ele não foi satisfatório até o momento, e nós continuamos aperfeiçoando o nosso programa para o dinheiro chegar à ponta, que era a maior reclamação”, disse.

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Queda taxa SELIC
Corretora ou Seguradora

Guedes afirmou que o governo tem um “time técnico muito bom”, mas a demanda por crédito cresceu muito. Ele citou o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, e os presidentes de bancos públicos. “Como [a pandemia] travou o país inteiro, a necessidade de capital de giro triplicou, quadruplicou. Então, mesmo expandindo o crédito, como expandimos, a verdade é que continuou insuficiente. Continuamos, o tempo inteiro, aperfeiçoando os programas em busca de um melhor desempenho”, disse. Por outro lado, Guedes disse que o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEM) foi bem-sucedido. “No mercado formal americano, em cinco, seis semanas, demitiram 30 milhões.

Fonte: UOL

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maio
31

Vendere Imóveis bate recorde de Vendas apesar da pandemia

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Vendere Imóveis tem o maior valor em Vendas em um único mês em sua história de 13 anos.

O total de vendas concretizadas no mês de maio foi superior a R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) em plena pandemia.

Além de utilizar novas tecnologias como a visita virtual, imagens em alta resolução, etc, a Selic em baixa ajudou muito a concretização de negócios.

Segundo sócio diretor, Bruno Vieira Rodrigues, o mercado imobiliário vinha de altas e baixas com as incertezas da economia. Já no segundo semestre de 2019 tivemos uma leve alta nas vendas. Suas expectativas para 2020 mesmo com a pandemia do COVID-19 é bem positiva, pois com as taxas de juros baixas, atrairá bastante gente para o mercado imobiliário. “Com os baixos rendimentos nos bancos as pessoas vão querer investir em imóveis, para moradia ou investimento”.

E você quer ajuda para compra do seu imóvel? Conte com time de profissionais da Vendere Imóveis – www.vendereimoveis.com.br@vendereimoveis – 31-3377-1011

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