abr
19

Venda de imóveis cresce 49%

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Apesar da piora do cenário macroeconômico, do aumento recente de 0,75 ponto percentual da taxa básica de juros Selic e das incertezas em relação ao ritmo da vacinação contra a covid-19, a demanda por imóveis residenciais continua muito aquecida.

Com exceção da MRV, todas as incorporadoras que já apresentaram prévias operacionais elevaram vendas no primeiro trimestre, ante o mesmo período de 2020, com expansão total de 49,3%, para R$ 6,02 bilhões.

Devido às medidas mais restritivas de circulação resultantes do agravamento da pandemia, com fechamento de estandes de vendas no Estado de São Paulo e em outros municípios, algumas incorporadoras postergaram lançamentos inicialmente previstos para março. Ainda assim o VGV consolidado apresentado ao mercado cresceu 96,5%, para R$ 5,08 bilhões.

Devido às restrições de circulação, algumas empresas postergaram lançamentos previstos, inicialmente, para março

Até o fechamento desta edição, 13 empresas tinham divulgado seus dados operacionais: Cury Construtora e Incorporadora, Cyrela, Direcional Engenharia, Even Construtora e Incorporadora, JHSF, Lavvi, Melnick Even, Mitre Realty, Moura Dubeux, MRV, Plano&Plano, RNI Negócios Imobiliários e Tenda.

Cury, Direcional e Plano&Plano registraram recordes trimestrais de comercialização. Já Tenda e Moura Dubeux tiveram o melhor primeiro trimestre de sua história na venda de imóveis.

As vendas líquidas da MRV caíram 3,2%, para R$ 1,62 bilhão. Isso ocorreu, segundo o copresidente Rafael Menin, porque a companhia voltou a acelerar o processo de venda garantida, em que a comercialização só é registrada quando o recebível do cliente é repassado para a Caixa Econômica Federal.

A fatia de operações enquadradas na modalidade venda garantida passou de 30%, no primeiro trimestre do ano passado, para 65%. A MRV tinha deixado, em 2019, de contabilizar as vendas dessa forma e retomou o processo em 2020. “Em janeiro, os repasses foram muito ruins”, diz o copresidente.

Não se trata, portando, segundo Menin, de retração do mercado ou reflexo do aumento das restrições de circulação de pessoas. “Em março, vendemos mais do que em fevereiro, quando tínhamos comercializado mais do que em janeiro. As vendas de abril estão semelhantes às de março”, afirma o executivo da MRV. Há sete projetos da AHS, subsidiária americana do grupo, em negociação com fundos, cujas vendas somarão R$ 1,65 bilhão nos próximos meses. “A AHS dará um impulso muito grande para a companhia neste ano.”

De janeiro a março, a MRV lançou o maior Valor Geral de Vendas (VGV) da sua história para um primeiro trimestre. Os lançamentos cresceram R$ 1,71 bilhão, com expansão de 58%. A companhia apresentou produtos com estandes de vendas e fez também lançamentos virtuais.

A Tenda registrou recordes de lançamentos, vendas brutas e vendas líquidas para um primeiro trimestre. Os lançamentos aumentaram 268,6%, para R$ 610,3 milhões. As vendas brutas cresceram 50,2%, para R$ 812,2 milhões, e as líquidas tiveram alta de 60,1%, para R$ 703,9 milhões. O preço médio por unidade teve elevação de 3%, com aumento em todas as regiões metropolitanas de atuação da companhia.

Em março, devido a decretos públicos, dos 94 canteiros de obras da Tenda (localizados em Goiás e no Rio Grande do Sul), quatro tiveram as atividades suspensas por 15 dias. Em outros 45 (situados no Paraná, em São Paulo, Rio de Janeiro e na Bahia) houve paralisações por menos de dez dias. Já a MRV teve obras suspensas em 15 canteiros, o equivalente a 5% do total, que também já foram retomadas.

Apenas Cyrela e Plano&Plano reduziram lançamentos, no trimestre, na comparação anual. O Bank of American (BofA) diz esperar que pelo menos parte dos projetos previstos pela Cyrela para março tenham ficado para o segundo trimestre. Mesmo que o VGV lançado pela incorporadora fundada por Elie Horn tenha ficado abaixo das expectativas do mercado, BofA, BTG Pactual e Credit Suisse reiteraram recomendação de compra para as ações da companhia.

Fonte: Valor Econômico

dez
9

Economia brasileira se recupera no 3º trimestre

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economia brasileira cresceu 7,7% no terceiro trimestre do ano em comparação com o período imediatamente anterior, recuperando parte os 9,7% perdidos de julho a setembro, em função da pandemia de covid-19.

O dado foi divulgado na manhã desta quinta-feira (3) pelo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expectativa do mercado ficava em torno de uma alta de 8,7% no período.

Na comparação anual, o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país, mostrou retração de 3,9%, pouco maior do que os 3,5% esperados pelos analistas de mercado para a comparação. 

Com o resultado, a economia do país se encontra no mesmo patamar de 2017, com uma perda acumulada de 5% de janeiro a setembro, em relação ao mesmo período de 2019, diz o instituto.

Destaques

O mairo destaque do período foi a Indústria, que cresceu 14,8% na margem. Dentro do setor, quem puxou o avanço foi o setor de Transformação, com alta de 23,7%.

Os Serviços, por sua vez, responsáveis pelo maior peso na economia, e que têm tido mais dificuldade de se recuperar do baque inicial, aumentaram 6,3%, sem recuperar os 9,4% que perderam no segundo trimestre.

Fonte: Exame

nov
3

SEGURO CIBERNÉTICO E AS ADEQUAÇÕES DA LGPD

Em agosto de 2020, entrou em vigor a lei nº 13.709, também conhecida com LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

A LGPD estabelece regras claras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, impondo um padrão mais elevado de proteção e penalidades significativas para o não cumprimento dos seus requisitos. As multas previstas para o descumprimento variam de 2% do faturamento bruto a R$ 50 milhões (por infração).

Mais da metade dos ciberataques do ano passado geraram, em média, 500 mil dólares de danos financeiros para empresas de todo o mundo que foram vítimas de hackers.

Muitas empresas, especialmente de pequeno e médio porte, fechariam as portas imediatamente se tivessem um prejuízo desta grandeza.

Por isso, uma das soluções que as companhias estão encontrando é contratar um seguro cibernético.

Da mesma forma como funciona o mercado de seguro de carro, casa, empresas e vidas, o seguro cibernético é uma garantia para a continuidade do negócio mesmo depois de uma invasão, em que as seguradoras passam a ser responsáveis pelos prejuízos financeiros gerados por ataques de hackers. 

O seguro pode ser um alívio para esses empreendedores. As companhias devem ter uma segunda retaguarda sobre seus riscos, além da equipe de TI que vai defender suas redes corporativas.  

A Zap Seguros através de algumas companhias seguradoras de renome já oferecem o serviço e preveem como cobertura dos incidentes desde ataques por ransomware, vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais, até mesmo erros ou omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua responsabilidade e de seus provedores de serviço.

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out
1

BRInfor cria projeto para auxiliar órgãos públicos a se adequar na LGPD.

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A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem o objetivo de proteger a liberdade e a privacidade nas relações jurídicas.

Aprovada em 2018 e agora em 2020 em vigor, depois de uma batalha de anos, a LGPD coloca o Brasil ao lado de mais de 100 países onde há normas específicas para definir limites e condições para coleta, guarda e tratamento de informações pessoais.

A LGPD (Lei No 13.709/18) disciplina um conjunto de aspectos: define categorias de dados, circunscreve para quem valem seus ditames, fixa as hipóteses de coleta e tratamento de dados, traz os direitos dos titulares de dados, detalha condições especiais para dados sensíveis e segmentos (como crianças), estabelece obrigações às empresas, institui um regime diferenciado para o Poder Público, coloca sanções em caso de violações e prevê a criação de uma autoridade nacional.

A BRInfor desde 2018 vem acompanhando o desenrolar das discursões, normas e procedimentos para adequar as empresas à LGPD. Com mais de 15 anos de atuação com governo em todo o Brasil, a BRInfor possui projeto para auxiliar, prefeituras, secretarias e qualquer instituição pública a se adequar nessa nova legislação, oferecendo toda consultoria e apoio para aplicar as melhores práticas de TI e normas jurídicas junto aos processos de cada instituição.

Os desafios são imensos pois a lei é rígida no que se trata de informações de terceiros, para isso antes que comecem as aplicações de multas todos os órgãos precisam se adaptar a nova maneira de trabalhar protegendo ainda mais os dados que utilizam.

Não espere mais, entre em contato hoje mesmo com time comercial da BRInfor e solicite uma proposta! Ligue 31-3324-2900 atendemos todo Brasil.

set
28

Mercado imobiliário continua saudável

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Um levantamento feito pela empresa especializada em pesquisas para o setor imobiliário Datastore mostra que as intenções de compra de imóveis para os próximos 24 meses vêm crescendo no Brasil. Segundo a pesquisa, os números passaram de 8,75%, em junho, para 23,10% em agosto. “Nunca houve uma queda e uma recuperação tão rápida. O estoque inteiro do país foi praticamente vendido. Economicamente falando, o mercado imobiliário é o mais saudável da economia brasileira”, destaca Marcus Araújo, CEO e fundador da Datastore.

Os números corroboram dados de um levantamento recente a Brain Consultoria Estratégica e que apontam para um cenário ainda mais positivo. Com base em entrevistas com 689 consumidores, a pesquisa indica um aumento na intenção de compra nos próximos dois anos de 20%, em abril, para 40% em agosto.

jul
28

Empresas inadimplentes não serão excluídas do Simples em 2020

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Medida visa ajudar pequenos negócios afetados pela pandemia

Micro e pequenas empresas inadimplentes com o Simples Nacional não serão excluídas do regime especial em 2020, informou ontem (27) a Receita Federal. O Fisco atendeu a pedido do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e decidiu suspender o processo de notificação e de expulsão do regime como forma de ajudar os pequenos negócios afetados pela pandemia do novo coronavírus.

Em 2019, mais de 730 mil empresas foram notificadas para exclusão do Simples por débitos tributários. Desse total, cerca de 224 mil quitaram os débitos e 506 mil empresas acabaram excluídas do regime.

De acordo com o Sebrae, a manutenção das empresas no Simples Nacional, regime que unifica a cobrança de tributos federais, estaduais e municipais num único boleto, representa uma ação importante para impulsionar a recuperação dos negócios de menor porte, que tiveram prejuízos com a paralisação das atividades.

Segundo levantamento do Sebrae e da Fundação Getulio Vargas (FGV), os pequenos negócios começam a recuperar-se da crise provocada pela pandemia de covid-19. O percentual de perda média do faturamento, que chegou a 70% na primeira semana de abril, estava em 51% na pesquisa mais recente, realizada entre 25 e 30 de junho. Foram ouvidos 6.470 proprietários de negócios em todo o país, entre microempreendedores individuais, micro empresas e empresas de pequeno porte.

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime de arrecadação e fiscalização de tributos para às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. Abrange os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica (CPP). Todos os tributos abrangidos são recolhimentos mediante documento único de arrecadação – DAS.

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jun
30

Ministro diz que empréstimos ainda não são suficientes

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu hoje que os empréstimos para atender as empresas não foram suficientes até agora. Guedes participa de audiência pública virtual, promovida pela Comissão do Congresso que acompanha a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas ao coronavírus (covid-19). “Tenho a maior franqueza em reconhecer que, na parte de crédito, ele não foi satisfatório até o momento, e nós continuamos aperfeiçoando o nosso programa para o dinheiro chegar à ponta, que era a maior reclamação”, disse.

Mais noticias:

Queda taxa SELIC
Corretora ou Seguradora

Guedes afirmou que o governo tem um “time técnico muito bom”, mas a demanda por crédito cresceu muito. Ele citou o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, e os presidentes de bancos públicos. “Como [a pandemia] travou o país inteiro, a necessidade de capital de giro triplicou, quadruplicou. Então, mesmo expandindo o crédito, como expandimos, a verdade é que continuou insuficiente. Continuamos, o tempo inteiro, aperfeiçoando os programas em busca de um melhor desempenho”, disse. Por outro lado, Guedes disse que o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEM) foi bem-sucedido. “No mercado formal americano, em cinco, seis semanas, demitiram 30 milhões.

Fonte: UOL

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maio
31

Vendere Imóveis bate recorde de Vendas apesar da pandemia

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Vendere Imóveis tem o maior valor em Vendas em um único mês em sua história de 13 anos.

O total de vendas concretizadas no mês de maio foi superior a R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) em plena pandemia.

Além de utilizar novas tecnologias como a visita virtual, imagens em alta resolução, etc, a Selic em baixa ajudou muito a concretização de negócios.

Segundo sócio diretor, Bruno Vieira Rodrigues, o mercado imobiliário vinha de altas e baixas com as incertezas da economia. Já no segundo semestre de 2019 tivemos uma leve alta nas vendas. Suas expectativas para 2020 mesmo com a pandemia do COVID-19 é bem positiva, pois com as taxas de juros baixas, atrairá bastante gente para o mercado imobiliário. “Com os baixos rendimentos nos bancos as pessoas vão querer investir em imóveis, para moradia ou investimento”.

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abr
20

Conte com a Genial para Perícias Judiciais

A Genial Sistemas oferece assessoria a advogados e empresas para a realização de perícias sistêmicas em processos judiciais e administrativos, auxiliando na formulação de quesitos ordinários e suplementar, acompanhamento de diligências “in loco” e elaboração de parecer fundamentado sobre o laudo do perito do juízo.

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mar
5

Disfarces mais usados em assaltos à condomínios

Author diego.santos    Category BHGroup     Tags

A BHGroup deixa algumas dicas de quais são e como evitar os disfarces

Funcionário de concessionárias, dos Correios, telefonia e de serviços públicos:

Como entram:
Alegam ter de fazer reparos dentro de algumas unidades, ou no caso do carteiro, ter de entregar em mãos a correspondência.

Como evitar:
• Pedir crachá com foto.
• Caso o morador não esteja, ligar na empresa para conferir se aquela pessoa realmente é funcionário.

Oficial de justiça ou advogado

Como entram:
Procuram forçar a entrada no condomínio sem se identificar, ou apresentando documentos e identidades falsos.

Como evitar:
Orientar o porteiro para não mudar os procedimentos de segurança de acordo com a aparente autoridade de quem quer que seja. Só permitir a entrada se o morador autorizar.

“Autorizado pelo telefone”

Como entram:
Alguém, se passando por morador, autoriza a entrada de um terceiro pelo telefone.

Como evitar:
O porteiro deve ter uma relação com os telefones de todos os moradores. Só após falar com o morador pelo contato da portaria deve-se liberar.

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Falso policial

Como entram:
Homens chegam trajados com roupas da polícia e exigem entrar no condomínio, às vezes com carros adesivados que imitam os da polícia.

Como evitar:
Não deixar ninguém entrar sem ser autorizado, mesmo que seja policial. A polícia não pode invadir o condomínio sem um mandato de busca e apreensão, por exemplo.

Carro clonado do morador

Como entram:
Usam carro com as mesmas características de um morador para entrar no condomínio. Embicam o carro e, por conhecer o carro, o porteiro abre a garagem.

Como evitar:
Só abrir se o morador sair do carro ou mostrar o rosto e se identificar. Ideal é ter câmeras que focalizem o rosto do motorista ao chegar.

Falsa grávida

Como entram:
Mulher se passando por grávida finge estar passando mal. Companheiro pede para usar o telefone da portaria para ligar para médico.

Como evitar:
O porteiro pode ligar ele mesmo para uma ambulância, caso veja que o caso é grave. Mas não deve sair da portaria e nem deixar ninguém entrar no condomínio.

Mulher bonita e vestida de maneira provocante

Como entram:
Mulher chega de noite, geralmente para visitar um morador solteiro. Pede para não anunciada pois “ela é a surpresa”.

Como evitar:
O porteiro deve ser extremamente cauteloso e não deixar ninguém entrar.

Corretor de imóveis

Como entram:
Bem vestido, em geral num grupo de dois ou três, apresenta-se como corretor de imóveis e diz que vai visitar determinado apartamento.

Como evitar:
• Confirmar se morador requisitou a presença do corretor. Se não, não permitir a entrada, mesmo que o morador permita.
• Alertar porteiros para não deixar desconhecidos entrarem, mesmo que estejam “bem vestidos”.

Agente de fiscalização da dengue

Como entram:
• Geralmente dois ou três homens com coletes e uma maleta de plástico • Dizem que são funcionários da prefeitura ou terceirizados.

Como evitar:
Pedir documentos e crachás com fotos. Porteiro deve ligar para a prefeitura –e não para número que constar no crachá.

Menino assaltado

Como entram:
Menino pede para usar o telefone para ligar para o pai.

Como evitar:
Porteiro pode ligar ele mesmo para o pai da criança, de dentro da portaria. Não deve, porém, dar o telefone para o menino e nem deixá-lo entrar no condomínio.

Entregador de encomendas

Como entram:
1. diz que vai subir em determinada unidade para entregar;
2. Chama o condômino ou um empregado seu para receber, e o rende assim que a porta é aberta.

Como evitar:
• Não permitir a subida de entregadores às unidades, em nenhuma hipótese.
• Antes de abrir o portão para receber a encomenda, o porteiro deve confirmar se o respectivo condômino a aguarda.
• No caso de flores e presentes surpresa, o melhor é que o próprio porteiro receba.
• O ideal é instalar um “passador” de encomendas, para não abrir o portão nestes casos .

O “bem vestido”

Como entram:
• Aproveita-se da entrada de uma pessoa no prédio para “pegar uma carona” no portão aberto dos pedestres.
• Para não despertar suspeitas, diz alguma coisa para a pessoa que está entrando, parecendo ao porteiro que ambos se conhecem.

Como evitar:
• Outra vez, vale a atenção do porteiro. Se ficar na dúvida se conhece ou não a pessoa que entrou, deve abordá-la e perguntar para que unidade se dirige.
• Não deixar que dois visitantes distintos entrem simultâneamente .

O “Conhecido”

Como entram:
• Aproveita-se da entrada de uma pessoa no prédio para “pegar uma carona” no portão aberto dos pedestres .
• Para não despertar suspeitas, diz alguma coisa para a pessoa que está entrando, parecendo ao porteiro que ambos se conhecem .

Como evitar:
• Outra vez, vale a atenção do porteiro. Se ficar na dúvida se conhece ou não a pessoa que entrou, deve abordá-la e perguntar para que unidade se dirige .
• Não deixar que dois visitantes distintos entrem simultâneamente.

De carro

Como entram:
• Embicam o carro na garagem e buzinam
• Como “passageiros” de veículos de entrega que entram na garagem

Como evitar:
O porteiro deve ser extremamente rigoroso na identificação do carro e do motorista. Jamais abrir o portão para veículos que não se identificam.

Mais noticias em: https://bhgroup.com.br/noticias/

Fonte: Sindico Net

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